A notícia foi um dos destaques da coluna "Mercado Aberto" da Folha de S. Paulo.

O Prime Fraction Club, uma das maiores empresas de propriedade compartilhada de bens de luxo, anuncia a venda de 20% de participação para a Spinelli Holdingempresa de participações em diversos setores, entre eles: imobiliário, agronegócio, educação e financeiro. Parte dos recursos obtidos com a venda da participação será destinada ao plano de investimento do Prime Fraction Club, que atua hoje no segmento de aviação executiva, embarcações e carros esportivos, e é o único a oferecer quatro modais no sistema de propriedade compartilhada.

O plano de investimentos para os próximos 12 meses está estimado em cerca de R$ 10 milhões, e destina-se à ampliação da infraestrutura, abertura de novas bases operacionais, tecnologia e expansão da frota, assim como em recursos humanos.

“O mercado de propriedade compartilhada de bens de luxo vem se consolidando como alternativa ao uso exclusivo dos ativos, e a maturidade do Prime tem atraído o interesse de investidores do mercado financeiro”, afirma Marcus Matta, presidente e sócio fundador do Prime Fraction Club, ao destacar que os demais sócios da empresa são os acionistas do Patrimonial Blue Fundo de Investimento em Participações (FIP), gerido pela Planner Corretora. “O mercado caminha cada vez mais para a propriedade compartilhada de bens de luxo, e nós vimos uma oportunidade de diversificar nosso investimento, aportando capital em uma empresa com dez anos neste segmento e com forte potencial de crescimento nos mercado interno e externo”, afirma Nelson Spinelli, presidente, da Spinelli Holding.

O Prime Fraction Club vem registrando uma média de crescimento de 24% ao ano nos últimos seis anos, e conta com 14 ativos, cujo valor é estimado em cerca de R$ 180 milhões. Nos últimos quatro anos, a empresa investiu R$ 1,1 milhão em infraestrutura, tecnologia e equipamentos.

A empresa possui duas bases operacionais estrategicamente localizadas, uma no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo e outra no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, um escritório central em Alphaville, além de operações em Paraty (RJ) e no Guarujá (SP).